As Mídias de Backup em Xeque!

As Mídias de Backup em Xeque!

O que o Futuro nos reserva?

Estamos presenciando a chamada “quarta revolução industrial”, QUE preconiza avanços tecnológicos fantásticos, os quais transformarão o mundo E preparando as pessoas para uma nova era, em que a automação, a informação e a comunicação acontecerão em tempo real, em todos os lugares e, praticamente, em tudo que for produzido, desde os bens materiais ao conhecimento e à inteligência artificial.

Chamemos de qualquer nome, mas É o fato é que mudanças e avanços tecnológicos nesse sentido já estão acontecendo, e o que está sendo anunciado para os próximos anos transforma a ficção em realidade.

Olhando a esteira das últimas décadas, vimos aparecer tecnologias extraordinárias, que em seguida desapareceram, sendo substituídas por inovações das quais nem imaginávamos e que hoje não pensaríamos em viver sem.

Desse modo, será que tudo que se apresenta hoje se tornará ,de fato, reconhecido nos próximos anos? Será que as maravilhas inovadoras serão seguras para as empresas? Pensar apenas na funcionalidade ou praticidade, seria suficiente para abandonar tecnologias consagradas, testadas e evoluídas de forma orgânica e racional?

O que isso tem a ver com as Mídias?

Na verdade, todo o avanço tecnológico que propicia às empresas grandes soluções de T.I. , que passam por Servidores e Estações de trabalho funcionando remotamente, até Sistemas (softwares) inteiros que rodam na web, em processos que só acontecem virtualmente nas empresas, mas que, na verdade, estão em algum lugar que não pertence a empresa, submetido a um contrato de fornecimento de serviço.

Pior! Os backups, ou seja, a última fronteira de segurança da informação da empresa, também não existe fisicamente lá, pelo menos não ao alcance real das empresas.

Seriam essas soluções de fato “soberanas” para as companhias? Tomara que não aconteça nunca nada, mas como disse um analista de segurança: “A superstição é que inibe ações concretas de segurança”. Frases como: “Isso nunca vai acontecer!”, “Vira essa boca pra lá!”, “Não fala porque atrai!” são mantras repetidos pelos corredores das empresas.

O mundo virtual da “quarta revolução industrial” é lindo, maravilhoso, torna nossas vidas mais fáceis e pretende nos tirar obrigações incômodas, que parecem desnecessárias, com custos desnecessários, ou que não são relevantes para o negócio.

Contudo, seria essa revolução segura em situações que fogem do controle?

O movimento de massa, ou seja, a onda que leva toda uma geração a fazer e agir segundo uma moda ou tendência, às vezes, fecha os olhos de gestores para análises e reflexões.

Quanto pode custar manter seus Dados, Arquivos Históricos, Segredos Confidencias do negócio e Documentos que atendam a obrigações legais, fora do alcance real/físico, da empresa?

Casos indesejáveis, fortuitos ou com baixo risco podem trazer transtornos inimagináveis às empresas e aos gestores. Simples práticas aplicadas, antes das maravilhas tecnológicas atuais, garantiram e ainda podem garantir a segurança necessária e indispensável às empresas.

Não se trata de conspiração tecnológica ou de prenúncio de catástrofes causadas por ataques cibernéticos, ou mesmo a profética Terceira-guerra-mundial pós “quarta revolução industrial”, mas apenas da prevenção de uma simples situação adversa que todas as empresas estão sujeitas e que pode levar a uma fatalidade.

O mercado percebe a terceirização de atividades específicas como um grande aliado na complementação de suas rotinas e processos internos, principalmente, no que diz respeito à segurança, à responsabilidade e à qualidade na entrega do resultado.

Atribuir responsabilidade e compartilhar o compromisso, sem onerar a empresa contratante com equipamentos, infraestrutura, sistemas e pessoas, para realização dessas atividades, é uma ação extremamente importante.

Ao selecionar um parceiro que reúna as competências certas, a empresa se vale de uma ferramenta importante que colabora para o processo, mantendo o mesmo grau de comprometimento de um departamento da própria empresa contratante.

SOBRE O AUTOR

“Laert Perlingeiro Goulart, é Engenheiro Civil formado pela Universidade Católica de Petrópolis, atuou como empresário da construção civil até 2005 quando tornou-se executivo de uma empresa de Logística, onde atuou ate 2017. Hoje é executivo de uma empresa de T.I. voltada para tecnologia de gestão de documentos, arquivos digitais e backup. Nas horas vagas gosta de tirar fotos e apreciar uma boa cerveja artesanal e compartilha isso no seu Instagram @laert.goulart

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